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- 16 de novembro de 2024 | 22:00Av. Gen. Osório, 152 - Centro, João Pessoa - PB, 58010-780, Brasil
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- Cidade do Forró vai ficar aberta até o Carnaval
Equipamento cultural nas proximidades do Busto de Tamandaré seguirá aberto até 17 de fevereiro, com entrada gratuita e vilas temáticas nordestinas Devido ao grande sucesso de público, a Cidade do Forró em João Pessoa, instalada próximo ao Busto de Tamandaré, estendeu sua programação até o dia 17 de fevereiro , terça-feira de Carnaval. A atração, que era temporária, se tornou um equipamento cultural fixo na alta temporada, funcionando de terça a domingo, das 17h às 23h . É a chance perfeita para turistas e moradores vivenciarem uma imersão completa na cultura nordestina antes e durante a folia. O que exatamente tem para ver e fazer na Cidade do Forró? Mais do que um parque temático, é uma experiência dividida em quatro vilas cenográficas, cada uma com um foco diferente da cultura regional. A entrada é gratuita . As 4 Vilas Temáticas: Vila dos Artistas: Um espaço de exposição e homenagem aos ícones do forró e da cultura nordestina. Destaque para a Casa do GD , memorial dedicado ao cantor Gabriel Diniz. Vila Gastronômica: O ponto para saborear a autêntica culinária regional em um só lugar. Ideal para um jantar completo. Vila dos Artesãos: Feira permanente de artesanato local, onde você pode comprar lembranças e trabalhos manuais diretamente dos artesãos. Vila Paraíba: Área que celebra a diversidade do estado, destacando suas cidades e regiões mais simbólicas. Como planejar a visita para aproveitar melhor? A atração fica em um dos pontos mais movimentados da orla. Um pouco de estratégia garante uma experiência mais tranquila e proveitosa. Dicas para a Visita: Melhor Horário: Para evitar aglomerações, chegue no início do funcionamento (por volta das 17h). Vestuário: Use roupas leves e calçados confortáveis para caminhar entre as vilas. Tênis de marcas como Olympikus , Adidas ou Asics (encontradas na Netshoes 5% de desconto em produtos Asics ou Centauro cupom + 20% off ) são ideais. Hidratação: Leve uma garrafa de água. Apesar de haver opções na vila gastronômica, ter sua água é prático e econômico. Copos e garrafas Stanley. 50% off em Tumbler Térmico somente hoje Estacionamento: A região é bem servida por estacionamentos rotativos. Se estiver de carro alugado (via Rentcars ), planeje com antecedência. Onde se hospedar para ficar perto da Cidade do Forró? A localização é privilegiada, na orla de Tambaú. Hospedar-se nos bairros próximos é a melhor opção. Melhores Bairros para Ficar: Tambaú: Fica a poucos passos da atração. (Verifique preços) Manaíra e Cabo Branco : A uma curta caminhada pela orla. Confira Bessa: Um pouco mais afastado, mas ainda muito próximo de carro ou por aplicativo. (Veja aqui) Para quem vem de fora: Hospedagem: Compare preços de hotéis e pousadas no Booking.com , Trivago ou Hoteis.com . Passagens Aéreas: Busque as melhores ofertas para João Pessoa no Decolar BR , Gol ou no Outlet de Passagens . Aluguel de Carro: Para explorar a cidade com liberdade, consulte preços na Rentcars . Quais outras atrações combinar com a visita? A Cidade do Forró é o coração cultural, mas você pode montar um roteiro completo no mesmo dia. Roteiro Sugerido para a Tarde/Noite: Final da Tarde (a partir das 17h): Visite a Cidade do Forró . Aproveite o pôr do sol e explore as vilas com calma. Jantar: Coma na Vila Gastronômica ou em um dos restaurantes à beira-mar da orla. Pós-Jantar: Dê uma volta pela orla ou aproveite a vida noturna de Tambaú. Aviso: Ao clicar em links de parceiros aqui e fazer uma compra, você ajuda a manter nosso conteúdo. Recebemos uma pequena comissão por indicação, sem custo extra para você. Agradecemos seu apoio!
- Bloco Vumbora com Bell Marques é nesta sexta. Seu abadá está garantido?
Concentração está marcada para as 19h na Avenida Epitácio Pessoa; ingressos estão no terceiro lote e podem ser adquiridos online ou em pontos físicos O Bloco Vumbora , um dos maiores do Nordeste, desfila nesta sexta-feira, 6 de fevereiro , na Via Folia em João Pessoa. A concentração começa às 19h , com a saída do trio às 21h pela Avenida Epitácio Pessoa. Se você ainda não tem seu abadá, as vendas estão no terceiro e último lote , com valores a partir de R$ 350,00 . Bell Marques, aos 73 anos, comanda o repertório com clássicos do axé que vão de "Maria Eunice" a "Vumbora Amar". A expectativa é de um público massivo na Epitácio Pessoa. Onde comprar o abadá com segurança e agilidade? Com a data tão próxima, a compra online é o método mais rápido e seguro para garantir sua participação. Evite revendedores informais. Pontos de Venda Oficiais: Online (Site Oficial): Ingresso Nacional Presencial em João Pessoa: Loja Colcci , no segundo piso do Manaíra Shopping. Presencial em Campina Grande: Spazzio . O que vestir e levar para o bloco? Pular carnaval de rua por horas exige preparo. Confira o kit essencial para focar só na diversão. Kit do Folião Inteligente: Abadá Oficial: É obrigatório para acessar a área do bloco. Calçado: Tênis esportivo é a única opção sensata para 3h de caminhada/pulo no asfalto. Netshoes , Centauro e Decathlon têm modelos ideais. Hidratação: Leve dinheiro para comprar água no percurso. Uma garrafa de mão pequena pode ser útil. Documentos e Dinheiro: Leve uma cópia do RG e dinheiro em espécie Celular: Leve com bateria carregada Como chegar e qual a logística do deslocamento? A Via Folia na Epitácio Pessoa fecha para o tráfego. Planejar a ida e a volta é crucial para não perder a concentração. Estratégias de Acesso: Hospedagem na Orla: Se estiver em Tambaú, Manaíra ou Cabo Branco , é rápido para chegar de Uber com até 80% OFF nas suas 3 primeiras viagens. . De Carro: Estacione em ruas laterais. Alugue com RentCars De Aplicativo (Uber): Combine um ponto de encontro longe da aglomeração para o embarque e desembarque. Para quem vem de fora: Garanta sua hospedagem com antecedência no Booking.com ou Trivago . Para passagens, busque ofertas no Decolar BR , Gol ou no Outlet de Passagens . Qual é a estrutura e trajeto do Vumbora? O Vumbora segue o padrão dos grandes blocos de Salvador, com segurança e infraestrutura para receber um enorme público. Trajeto: Percorre um longo trecho da Avenida Epitácio Pessoa , com duração de cerca de 3 horas . Estrutura: Trio elétrico com banda ao vivo, cordas de isolamento, seguranças, banheiros químicos e barracas de apoio ao longo do percurso. Público Esperado: A Via Folia pode receber mais de 300 mil pessoas no dia. O que fazer antes e depois do bloco? A sexta-feira de Carnaval na orla é um evento em si. Planeje um warm-up e uma recuperação adequada. Antes do Bloco (a partir das 17h): Hidrate-se: Beba água ao longo do dia. Alimentação: Faça uma refeição leve e energética (carboidratos) antes de sair de casa. Encontro: Combine um ponto FÁCIL E ESPECÍFICO com os amigos (ex: "em frente ao posto X"). Depois do Bloco: Hidratação Pós-Folia: Beba água ou isotônico. Alimentação: Reponha as energias com uma refeição. Descanso: Fundamental para aguentar os dias seguintes de festa. Aviso: Este artigo contém links de parceiros. Ao utilizá-los para suas compras e planejamento, você nos ajuda a manter este projeto, sem nenhum custo adicional para você. Agradecemos pelo apoio e bom Carnaval!
- Saiba como educar crianças e adolescentes para respeitar os animais
Especialistas defendem que aproximação gradual de crianças e adolescentes com animais de forma supervisionada é estratégia eficaz para desenvolver empatia A resposta está na empatia construída pelo contato direto e supervisionado . Após o caso do cão Orelha, em Florianópolis, especialistas defendem que a aproximação gentil entre crianças e animais é a principal ferramenta para prevenir a violência. ONGs como a Ampara Animal iniciam a campanha "Quebre o Elo", baseada na educação humanitária , que ensina desde cedo a respeitar a senciência animal. Ações simples, como alimentar um cão comunitário sob supervisão ou ler para animais em abrigos, são estratégias eficazes para formar adultos mais compassivos. O que é a "educação humanitária em bem-estar animal" na prática? É um modelo pedagógico que sai da visão antropocêntrica, tratando os animais não como objetos, mas como seres com sentimentos e necessidades próprias. Aplicada por ONGs e até pela prefeitura de São Paulo, ela funciona através de experiências concretas. Exemplos Práticos de Aplicação: Visitas Escolares Supervisionadas a Abrigos: Crianças interagem com animais resgatados, aprendendo seus históricos e a importância do cuidado. Projetos como "Leituras": Crianças em fase de alfabetização leem histórias para cães e gatos, criando um vínculo positivo para ambos. Domingos de Passeio em ONGs: Voluntários (incluindo adolescentes) levam animais para passeios curtos, acostumando-os à presença humana e ensinando responsabilidade. Alimentação de Animais Comunitários: Atividade supervisionada onde a criança aprende a oferecer comida e água, sendo elogiada pela boa ação. Por que o contato com animais previne outras formas de violência? A violência contra animais é frequentemente um indicador precoce e um reflexo de outros ciclos de violência. Intervir nesse elo é crucial para a segurança de toda a sociedade. A Lógica do "Elo": Indicador de Risco: Praticantes de violência contra animais têm maior probabilidade de cometer violência contra pessoas vulneráveis (crianças, idosos, mulheres). Reflexo do Ambiente: A criança que maltrata um animal pode estar reproduzindo violência da qual é vítima ou testemunha. Reflexo de uma Cultura de Impunidade: Casos como o do indígena queimado vivo por jovens em Brasília revelam que a violência extrema não surge do vácuo. Ela é cultivada em ambientes onde o patriarcado branco cria uma blindagem social, ensinando a certos jovens que seus atos não terão consequências reais, pois estão "acima da lei". Falha na Responsabilização: A discussão não pode se limitar a "ensinar os jovens". É urgente responsabilizar os pais e as estruturas familiares que, ao invés de impor limites, nutrem uma noção de superioridade e direito à violência contra o "outro" — seja um animal, um indígena ou um morador de rua. Quebrando o Ciclo: Ao ensinar empatia e cuidado com os mais vulneráveis (os animais), quebramos padrões de comportamento agressivo que podem escalar. Mas também não focar apenas na ressocialização do jovem agressor sem tocar na accountability parental e nos privilégios que os protegem, pois o ciclo continuará. A educação empática é vital, mas é insuficiente sem justiça. Como as famílias podem promover essa educação em casa? A educação empática começa no exemplo diário e em atividades acessíveis, não requerendo uma visita a um abrigo. Ações para Famílias: Supervisione a Interação: Se houver um animal em casa ou no entorno (animal comunitário), acompanhe a criança, mostrando como ser gentil e respeitar o espaço do bicho. Promova a Responsabilidade Progressiva: Atribua tarefas simples relacionadas ao cuidado, como encher o pote de água, sempre com supervisão. Consuma Conteúdo Educativo: Assista a documentários ou leia livros que mostrem a vida e os sentimentos dos animais. Eduque sobre Privilégio e Empatia: Converse, de acordo com a idade, sobre respeito a todas as formas de vida e sobre como certos privilégios (de classe, raça) não são licença para oprimir. Seja o Exemplo: A atitude dos adultos é o espelho mais poderoso. Cuidar, resgatar ou alimentar um animal na rua com respeito é uma lição visual poderosa. Para famílias que desejam adotar, é essencial o planejamento. Antes de buscar um pet, avalie se há condições financeiras e de tempo para os cuidados. Qual o papel do poder público e das ONGs nessa mudança? A transformação necessária é sistêmica e requer ação coordenada entre sociedade civil e estado. Programas Públicos que Responsabilizem os Responsáveis: Além de educação nas escolas, é preciso que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) seja aplicado para responsabilizar civil e criminalmente os pais por atos de violência grave de seus filhos, rompendo a cultura da impunidade familiar. Campanhas que Enfrentem o Privilégio: Campanhas devem explicitamente discutir como o racismo e o classismo alimentam a crueldade. Apoio a Feirinhas de Adoção como Espaços de Cultura de Paz. Incentivo a Empresas: Que apoiem causas animais









