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- Mangabeira Shopping terá programação para as famílias antes da saída da Caravana de Natal da Coca-Cola, na tarde deste sábado
Espetáculo "Expresso Magia" será apresentado às 16h; Caravana de Natal sai do shopping às 17h30 em direção à orla de João Pessoa O clima natalino ganha um novo momento de celebração no Mangabeira Shopping neste sábado (22), com uma programação especial às 16h, no Palco de Eventos, antecedendo a saída da tradicional Caravana da Solar Coca-Cola pela cidade. Para receber o público, o Mangabeira Shopping apresentará o espetáculo Expresso Magia, uma produção que conta a história das aventuras do Elfo Mestre em sua missão de reunir amigos e brinquedos extraordinários para a fábrica do Papai Noel. A apresentação é diferente da que foi exibida na abertura oficial do Natal do shopping. Após a apresentação no Palco de Eventos, a Caravana de Natal da Solar Coca-Cola iniciará seu trajeto às 17h30, saindo do Mangabeira Shopping em direção ao Busto de Tamandaré, entre as praias de Tambaú e Cabo Branco. O percurso seguirá pelo BeMais da Avenida Ruy Carneiro e terá encerramento no Parque Solon de Lucena, no Centro da Capital paraibana. É possível acompanhar a rota em tempo real no site https://natal.coca-cola.com.br/. O Mangabeira Shopping já vive intensamente sua temporada natalina. Todo o mall está decorado com cenários temáticos, iluminado e preparado para receber visitantes que desejam aproveitar a programação especial do período.
- Orquestra Sinfônica da Paraíba celebra 80 anos com concerto gratuito no Theatro Santa Roza
Fundada em 4 de novembro de 1945, OSPB apresenta repertório com obras de Mussorgsky, Clóvis Pereira e Dvorák sob regência de Gustavo de Paco A Orquestra Sinfônica da Paraíba completou 80 anos de fundação no dia 4 deste mês de novembro e vai celebrar a data com um concerto especial nesta quinta-feira, dia 20, no centenário Theatro Santa Roza, que já foi palco para muitas apresentações da OSPB. A regência é do maestro Gustavo de Paco de Gea, atual regente titular, e que presenciou, como músico, a reativação da orquestra no início dos anos 1980. A abertura da noite comemorativa será com a música “Uma Noite no Monte Calvo”, poema sinfônico do compositor russo Modest Mussorgsky, seguida por duas músicas no estilo armorial composta por maestros pernambucanos: “No Reino da Pedra Verde”, de Clóvis Pereira, e “Gavião”, de Cussy de Almeida. A “Symphony nº 9 (Novo Mundo), em Mi menor, Op. 95”, do compositor tcheco Antonin Dvorák, vai finalizar a apresentação comemorativa aos 80 anos da Orquestra Sinfônica da Paraíba. O concerto começa às 20h, com entrada gratuita, mas o público precisa retirar ingresso, que será distribuído a partir das 19h, na bilheteria do teatro. Desde sua fundação, em 4 de novembro de 1945, a OSPB se consolidou como um dos mais importantes símbolos da música clássica no Nordeste e no Brasil, fruto da visão e do esforço de intelectuais liderados pelo professor Afonso Pereira, então à frente da Sociedade de Cultura Musical da Paraíba. O musicólogo, Domingos de Azevedo Ribeiro, que estava presente no dia da fundação e que foi presidente da OSPB, escreveu, no seu livro “Cinquentenário da Orquestra Sinfônica”, que maestros residentes nesta capital, como Francisco Picado, Camilo Ribeiro, João Eduardo, Joaquim Pereira, Joaquim Claudino, Severino Gomes e outros entusiastas e músicos, se reuniram na sede da Associação Paraibana de Imprensa, a 4 de novembro de 1945, e ali fundaram a Orquestra Sinfônica da Paraíba. “O marcante significado artístico-cultural encontrou expressiva receptividade no seio da comunidade paraibana”, confirmou. O primeiro concerto, realizado em 29 de maio de 1946, sob a regência do maestro Francisco Picado, marcou o início de uma história que transformou a cena cultural paraibana. Durante as duas décadas seguintes, a orquestra manteve intensa atividade, até enfrentar, nos anos 1960, um período de pausa motivado por dificuldades estruturais e falta de apoio. A retomada veio em 1980, com o convênio entre o Governo do Estado e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que reativou e fortaleceu a OSPB. Desde a sua criação, estiveram à frente da orquestra maestros como Joaquim Pereira, Rino Visani, Luzia Simões, Pedro Santos, Arlindo Teixeira, Aldo Parisot, Carlos Veiga, Eleazar de Carvalho, Helena Herrera, Marcos Arakaki, João Linhares, Alex Klein e Luiz Carlos Durier. O cronista Carlos Romero, um dos apoiadores da fundação da Orquestra Sinfônica da Paraíba, destacou, em depoimento publicado no livro do musicólogo Domingos de Azevedo Ribeiro, a importante participação do maestro Eleazar de Carvalho, após a reestruturação da orquestra. “E o que muito concorreu para o sucesso da Sinfônica foi o maestro Eleazar de Carvalho, de renome internacional, que chegou a proclamar em alto e bom som que a Sinfônica da Paraiba era, no momento, a melhor do país. Tal pronunciamento teve, não resta dúvida, o efeito de uma verdadeira consagração. A verdade é que a Orquestra Sinfônica da Paraiba é hoje um patrimônio valioso que devemos preservar a todo custo”, celebrou. Atualmente sob a regência do maestro Gustavo de Paco de Gea, a Orquestra Sinfônica da Paraíba segue encantando plateias e fortalecendo seu papel formador. Em 2019, seu legado foi reconhecido oficialmente com o título de Patrimônio Histórico e Cultural da Paraíba. O maestro Paco foi um dos instrumentistas que testemunhou o renascimento da orquestra. “Eu participei pessoalmente, como músico, da reativação da Orquestra Sinfônica da Paraíba, na segunda fundação, que foi em maio de 1980. Dois anos antes, já participávamos de reuniões buscando a solidificação dessa segunda criação da OSPB, junto ao governador Tarcísio Burity. É uma data muito importante e eu espero que este concerto comemorativo seja inesquecível, uma noite memorável”. A violinista Alaurinda Padilha, que foi integrante da orquestra por 36 anos, lembra com orgulho do início da reestruturação, quando a OSPB passou a ser profissional. “Eu estava terminando meu curso de violino no Rio de Janeiro quando fui convidada pelo governador Tarcísio Burity para fazer parte da orquestra. Eu estava lá no primeiro concerto oficial, em 1980, e o clima era de muita satisfação entre todos os músicos”, disse Alaurinda, que tem uma ligação ainda maior com a orquestra por ter sido casada por 30 anos com o cronista e escritor Carlos Romero, que viu a orquestra nascer em 1945. Quem também parabeniza a orquestra nesta importante data é Ana Flávia Pereira Medeiros Fonseca, filha do professor Afonso Pereira. “Ao cumprimentar os atuais dirigentes da Orquestra Sinfônica da Paraíba e, em especial seus devotados músicos, é com alegria que registro as ações desenvolvidas pelo meu pai, Afonso Pereira da Silva, que, dentro do seu pragmatismo, concretizou várias ações no campo da educação e da cultura, a exemplo da criação da Sociedade de Cultura Musical da Paraíba, tendo sido seu primeiro presidente. A partir desse clima favorável à concretização de várias ideias, Afonso se associou com Francisco Picado, Camilo Ribeiro e Joaquim Pereira e criou a Orquestra Sinfônica da Paraíba em 4 de novembro de 1945”. O diretor executivo da OSPB, Márcio Carvalho, destacou a importância dessa noite comemorativa. “São 80 anos bem vividos, cujas memórias são preservadas através dos registros da cultura paraibana. São gerações que passam apreciando a OSPB, de modo que a continuidade do seu trabalho oferece à sociedade uma opção rica de música, como devolutiva dos investimentos nela realizados”. O maestro Gustavo de Paco falou sobre o repertório do concerto da noite desta quinta-feira. “Nós vamos repetir Uma Noite no Monte Calvo, de Modest Mussorgsky, porque foi um êxito muito grande a execução maravilhosa que nós fizemos no mês passado. É um poema sinfônico e o autor pensou na ideia de uma noite em um povoado do interior, onde tem uma festa de bruxas. No início, a música é bastante agressiva, com bruxarias e espíritos, até que, em certo momento, na igreja do povoado soa o sino da meia noite. Toda a bruxaria acaba e a noite se acalma”, explicou, destacando que essa música foi incluída no filme Fantasia, de Walt Disney. “Como eu considero uma noite especial, nada melhor do que mostrar músicas nossas, daqui do Nordeste”, continuou. Então, pensei em fazer duas músicas no estilo armorial. Uma é No Reino da Pedra Verde, que é uma das músicas mais conhecidas desse repertório, do maestro Clóvis Pereira, e a outra é Gavião, que é realmente especial, num estilo armorial muito lento, composta em 1977 pelo maestro Cussy de Almeida”. Para encerrar o concerto, será executada a obra mais importante do compositor tcheco Antonin Dvorák, que é a Sinfonia nº 9, também chamada Sinfonia do Novo Mundo. “Uma sinfonia super conhecida com temas até folclóricos de um novo mundo, que para o compositor significava o continente americano, já que ele vinha, evidentemente, do seu país natal, que era a República Tcheca. Esse compositor, já radicado nos Estados Unidos, decide fazer uma sinfonia em homenagem a todo o continente americano”, explicou. O regente Natural de Buenos Aires, Gustavo de Paco de Gea formou-se no Conservatório Juan José Castro. Atuou como flautista e docente em orquestras argentinas até 1978, quando passou a lecionar Flauta Transversal na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Fundou o Quinteto Latinoamericano de Sopros da UFPB, com apresentações no Brasil e no exterior. Desde 1980, é primeiro flautista da Orquestra Sinfônica da Paraíba, destacando-se na promoção da música nordestina. Em 1985, assumiu o mesmo posto na Orquestra Sinfônica do Recife e no respectivo quinteto de sopros. Foi professor convidado do Centro de Criatividade Musical de Recife (1996–1997) e preparador da Orquestra Infantil da Paraíba. Iniciou-se como maestro em 2001, fundando a Orquestra de Câmara Municipal de João Pessoa, onde atuou até 2010. Em 2012, tornou-se maestro da Orquestra Criança Cidadã e, em 2014, maestro assistente da Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa. Rege a Orquestra Sinfônica da UFPB desde 2013 e, em 2022, assumiu a regência da Orquestra Sinfônica da Paraíba. Em 2025, foi convidado a dirigir a Orquestra Filarmónica de Río Negro, na Argentina. Orquestra Sinfônica da Paraíba 8º Concerto Oficial da Temporada 2025 Regência: Maestro Gustavo de Paco de Gea Dia: 20 de novembro (quinta-feira) Hora: 20h Local: Theatro Santa Roza Entrada: Gratuita, com distribuição do ingresso na bilheteria do teatro a partir das 19h
- A magia do Natal chega à João Pessoa e Campina Grande com a Caravana da Solar Coca-Cola
Os caminhões iluminados com Papai Noel e Mamãe Noel visitam João Pessoa em 22 de novembro e seguem para Campina Grande em 24 de novembro O Natal se aproxima e, para celebrar uma das épocas mais especiais do ano, a Caravana de Natal da Solar Coca-Cola já iniciou sua jornada pelo país. No dia 22 de novembro, a capital paraibana João Pessoa (PB) será contemplada pelos caminhões iluminados. O comboio segue para Campina Grande (PB), em 24 de novembro, espalhando magia pelas ruas e envolvendo crianças, jovens e adultos em momentos de alegria e encantamento. O desfile, com Papai Noel e Mamãe Noel como protagonistas, integra a campanha de Natal da Solar Coca-Cola, que traz o tema “Pegue uma Coca-Cola e Viva o Natal”. Quatro caminhões iluminados seguirão o trajeto da Caravana, passando por pontos estratégicos das duas cidades, garantindo que toda a comunidade próxima tenha a oportunidade de acompanhar a passagem da Caravana. “ O Natal é um momento especial para a Solar Coca-Cola, não apenas pelo impacto nos negócios, mas pelo poder de conexão que a data representa. As Caravanas Iluminadas traduzem esse espírito de proximidade e celebração, levando encanto, alegria e experiências marcantes às comunidades por onde passam. Tradicionalmente, registramos uma maior sazonalidade nas vendas; o engajamento do público com a Caravana reforça a conexão emocional que impulsiona o consumo durante a temporada. Este é um reflexo do quanto essa iniciativa vai além de resultados, fortalecendo vínculos e renovando o relacionamento da marca com as pessoas ”, diz Patrícia Ávila, gerente de Marketing de Refrigerantes da Solar Coca-Cola. No Nordeste, os caminhões iluminados que transportam o Papai Noel e a Mamãe Noel percorrerão os nove estados, passando por quase 30 cidades com apresentações em capitais, municípios do interior e regiões metropolitanas. Na Paraíba, Patos também já recebeu o desfile no final do mês de outubro. Ao longo de três meses de estrada e centenas de quilômetros a serem percorridos, a Caravana promete levar luz, alegria e a magia do Natal a comunidades de toda a região, transformando ruas e praças em momentos de celebração para famílias de todas as idades. A Caravana parte às 18h, com trajeto em velocidade reduzida e paradas estratégicas. O tempo total do percurso pode variar de acordo com o trânsito e as condições locais. As rotas das Caravanas são transmitidas ao vivo e podem ser acompanhadas pelo site: Link Confira datas e rotas 22/11 - JOÃO PESSOA Saída: a partir das 17h30 do Mangabeira Shopping Trajeto: Mangabeira Shopping / Busto de Tamandaré / beMais Ruy Carneiro / Parque Sólon de Lucena (Lagoa) Atrações: Caminhões iluminados com Papai Noel e Mamãe Noel Mais informações e trajeto completo : Link (O horário de saída é a referência; o tempo de percurso até cada ponto pode variar.) 24/11 - CAMPINA GRANDE Saída: a partir das 18h do Ideal Supermercados - Conceição Trajeto: Ideal Supermercados - Conceição / Rede Compras - Centro / Assaí Atacadista - Mirante / Praça da Criança - Catolé / BomQueSó - Dinamérica Atrações: Caminhões iluminados com Papai Noel e Mamãe Noel Mais informações e trajeto completo : Link (O horário de saída é a referência; o tempo de percurso até cada ponto pode variar.) Sobre a Solar Coca-Cola A Solar é uma das maiores fabricantes do mundo do Sistema Coca-Cola e conta com 13 fábricas espalhadas pelo Brasil. Com cerca de 120 centros de distribuição, entre próprios e terceirizados, a empresa atua em cerca de 70% do território brasileiro, operando nas regiões Norte, Nordeste e em parte do Centro-Oeste. A Solar conta com mais de 19 mil colaboradores e é responsável pela produção e distribuição para cerca de 380 mil pontos de venda, impactando positivamente mais de 80 milhões de brasileiros.
- Prefeitura de JP, Ministério das Cidades e CAIXA discutem projeto de R$ 107 milhões para revitalização do Porto do Capim
Obras no Centro Histórico incluem saneamento, pavimentação, ancoradouro e recuperação de moradias; licitação prevista para 1º trimestre de 2026 Uma comitiva formada por representantes da Secretaria de Habitação Social (Semhab) da Prefeitura de João Pessoa, Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal fará, nesta terça-feira (18), uma visita técnica ao canteiro de obras do Residencial Rio Sanhauá, que está sendo construído no Varadouro e vai beneficiar 108 famílias que atualmente vivem em área ribeirinha no Porto do Capim. O projeto tem um investimento de R$107 milhões e faz parte do programa ‘Periferia Viva’, do Governo Federal. A iniciativa vai permitir a revitalização dessa área do Centro Histórico, beneficiando mais de 500 moradores e as empresas situadas no bairro. A avaliação do processo de financiamento no Porto do Capim foi pauta de uma reunião nesta segunda-feira (17), na sede da Semhab. O encontro foi coordenado pela secretária de Habitação Socorro Gadelha, junto com o diretor do programa Periferia Viva, Flávio Tavares, e a participação de representantes da Caixa. Socorro Gadelha informou que a previsão é que até o primeiro trimestre de 2026 será publicado o edital de licitação e em seguida contratadas as empresas que vão executar o projeto. Paralelo a essa etapa, a comunidade já está sendo assistida pela Prefeitura através de ações sociais e a construção do Residencial Rio Sanhauá, em fase de obra. “É um investimento muito alto que vai revitalizar o Centro Histórico da Capital sem relocar as famílias que vivem no bairro há muitos anos”, ressaltou. O projeto prevê obras de infraestrutura, como saneamento básico, pavimentação de ruas, construção de ancoradouro para acesso ao Rio Sanhauá, recuperação de moradias, construção do Residencial Rio Sanhauá, restauração dos prédios históricos e iluminação pública. Flávio Tavares, diretor do programa Periferia Viva, do Ministério das Cidades, disse que a reunião foi positiva e previu que no primeiro semestre de 2026, o projeto do Porto do Capim estará sendo executado a todo valor. “A parte que pertence ao programa Minha Casa Minha Vida, que é a construção do residencial, já em funcionamento com a Base Territorial que acompanha os moradores. A Prefeitura também já apresentou todos os projetos físicos e os documentos, o que vai agilizar o início das obras”, afirmou. O gerente de filial da Gerência Executiva da Caixa em João Pessoa, Ronilson Dias, ressaltou que a reunião foi fundamental para permitir o começo das obras no início do próximo ano. “O projeto está sendo tratado com atenção especial, resultado do engajamento do Governo Federal, através do Ministério das Cidades e da direção do programa Periferia Vida e da Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Habitação, o que vai fazer com que o benefício chegue à comunidade com mais rapidez”, frisou. Beto Pirulito, secretário executivo da Semhab, lembrou que o projeto do Porto do Capim vai promover uma grande mudança naquela região da cidade, melhorando a qualidade de vida dos moradores e também uma estrutura melhor para os comerciantes da área, além de fortalecer o turismo com a revitalização do Centro Histórico. “A reunião com os representantes do Ministério das Cidades e da Caixa vai agilizar o andamento do processo para início das obras, além de reafirmar o compromisso da gestão do prefeito Cícero Lucena e do vice Leo Bezerra em dar uma vida nova à cidade de João Pessoa”, destacou.
- FliParaíba 2025 abre inscrições para Slam - Batalha do Conhecimento, oficinas de Cordel e Xilogravura
Festival Literário Internacional oferece atividades gratuitas no Centro Cultural São Francisco com premiação de R$ 6 mil no Slam Estão abertas as inscrições para Slam - Batalha do Conhecimento, oficinas de Cordel e Xilogravura, atividades que fazem parte da programação do Festival Literário Internacional da Paraíba - FliParaíba 2025, que ocorre entre os dias 27 e 29 de novembro, no Centro Cultural São Francisco, em João Pessoa. O evento é uma realização do Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult-PB), em parceria com a Empresa Paraibana de Comunicação (EPC), Fundação Espaço Cultural (Funesc), Associação Portugal Brasil 200 anos (APBRA) e Centro Cultural São Francisco. A oficina de Cordel será nos dias 28 e 29 de novembro, das 9h às 11h e será ministrada pela poestisa campinense, Anne Karolynne, no Espaço Formativo (De Profundis), no Centro Cultural São Francisco. A atividade é gratuita, aberta a todas as idades e as vagas são limitadas (20 vagas) e preenchidas por ordem de inscrição. De acordo com o regulamento, o participante deverá ter disponibilidade para participar dos dois dias da oficina de cordel. Ao se inscrever, ainda autoriza o uso de imagens registradas durante a atividade para fins de divulgação cultural do evento. A oficina de Xilogravura e Literatura Paraibana também acontecerá nos dias 28 e 29 de novembro, das 14h às 16h30 e será ministrada pelo artista campinense Josafá de Orós, também no Espaço Formativo (De Profundis), no Centro Cultural São Francisco. A atividade é gratuita e aberta para participantes a partir dos 12 (doze) anos. As vagas são limitadas (15 vagas) e preenchidas por ordem de inscrição. Como pede no regulamento, o participante deverá ter disponibilidade para participar dos dois dias da oficina de xilogravura. No ato da inscrição, o participante também autoriza o uso de imagens registradas durante a atividade para fins de divulgação cultural do FliParaíba 2025. A Batalha do Conhecimento terá como tema geral ‘Literatura Paraibana’ e ocorre nos dias 28 e 29 de novembro, das 19h às 20h, no Palco do Conhecimento (Praça São Francisco), no Centro Cultural São Francisco. Os MC´s selecionados deverão fazer rimas inspiradas/baseadas em publicações literárias de escritores paraibanos ou paraibanas. Os escolhidos vão batalhar no formato tradicional (45 segundos, 1 tema por batalha), no qual os jurados avaliarão fluxo (encaixe das rimas), métrica, construção, dicção, abordagem, profundidade e domínio do tema. De acordo com o regulamento, as inscrições iniciam nesta sexta-feira (14) e seguem até o dia 21 de novembro. Serão analisadas pela equipe de produção da Batalha da Paz em um processo de curadoria, considerando portfólio e currículo artístico. São 16 vagas, sendo: 2 vagas reservadas para mulheres e 2 vagas reservadas para pessoas LGBTQIAPN+. Na oportunidade, haverá premiação para os três primeiros colocados, sendo para o 1º lugar – R$ 3.000, para o 2º lugar – R$ 2.000 e para o 3º lugar – R$ 1.000. O resultado será anunciado no dia 24 de novembro nos perfis da @fliparaibaoficial e da @batalhadapazz. Temas da Batalha do Conhecimento – FliParaíba 2025: Ariano Suassuna e o Movimento Armorial; O auto da compadecida e a representação nordestina no imaginário popular; Augusto dos Anjos: o simbolismo e o pré-modernismo usados na crítica à hipocrisia social e à ética cristã; Menino de Engenho - José Lins do Rêgo: a literatura como retrato da regionalidade e os impactos da colonização no sertão; Anayde Beiriz: a subversão da mulher na literatura e nos saraus; Anayde Beiriz: o apagamento das mulheres e suas habilidades, em detrimento à visibilidade da história contada por homens. Professora Adamantina Neves: a poesia e a arte como resistência e libertação no sistema de ensino; Zé da Luz: o sertão em carne e osso e a poesia do matuto como expressão social; Lourdes Ramalho e a potência das peças teatrais produzidas em solo paraibano; Príncipe dos poetas: Leandro Gomes de Barros e o cordel como registro histórico do Nordeste; Ignez Mariz: literatura feminina originária de Souza e a luta pela emancipação feminina; Jackson do Pandeiro: paraibano conhecido como o Rei do ritmo, e a literatura presente nas composições de diversos gêneros musicais; Ignez Mariz: a literatura na luta pela educação sexual; O repente de Inácio da Catingueira: a arte na resistência à escravização; Peleja: batalha histórica de improviso entre Inácio da Catingueira e o senhor de engenho Romano da Mãe D’Água. O poeta do Absurdo: o cordel, o repente e o neologismo na obra de Zé Limeira; Flávio José e a composição literária presente no forró; Cassiano o Pedra e Funk Peso Brasil: a resistência presente letras do RAP da velha escola paraibana; Pretinha e Rafa Rasta: a letra do RAP como potência das mulheres negras; Lama, PsicoPreta e Isadroga: Mulheres do Slam paraibano e a conquista de inserir a poesia marginal no mercado editorial pela Lua Negra, da Editora Triluna fundada por Aline Cardoso; Porque o RAP é literatura?; Grandes cordelistas paraibanos; Forró, aboio e música como literatura; Movimento armorial e seus grandes nomes; Grandes nomes do repente da Paraíba; Poesia falada: do Cordel ao Slam; A arte de rimar: do repente ao rap. O humor na poesia popular nordestina; Mulheres no repente, no cordel e na poesia popular; A história e grandes nomes do Slam paraibano; A presença das mulheres nos saraus de poesia enquanto forma de resistência e subversão: Anayde Beiriz, Adamantina Neves, Sarau Selváticas, Slam Subversivas; Movimentos e eventos literários femininos da Paraíba; A importância da democratização do acesso ao livro físico; Leitura e privilégio: quem tem direito à literatura no Brasil?; A ausência de autores negros e indígenas nos currículos escolares e a herança colonial na literatura.
- É Hoje! Circo Kroner estreia temporada no estacionamento do Carrefour Bessa
Espetáculo com 70 artistas apresenta acrobacias aéreas, Globo da Morte e único trapézio triplo em atividade no Brasil A contagem regressiva chegou ao fim. Hoje, dia 14, o Internacional Circo Kroner estreia sua nova temporada com um espetáculo grandioso e cheio de emoção, no estacionamento do Carrefour Bessa, a partir das 20h. Com 35 anos de trajetória e origem alemã, o Kroner é reconhecido pela excelência e pelo compromisso em reinventar o circo sem perder sua essência tradicional. Sua estrutura grandiosa e moderna percorre diversos países da América do Sul, atraindo multidões e encantando gerações com o melhor do entretenimento familiar. O espetáculo reúne cerca de 70 artistas brasileiros com carreira internacional, em números que desafiam a gravidade e celebram a criatividade humana. Entre as atrações estão acrobacias aéreas, malabares coreografados, o impressionante número de força capilar, mágicas de tirar o fôlego e o lendário Globo da Morte. A trupe de báscula, que combina acrobacias e pernas de pau, é uma das surpresas da temporada. O público também poderá se impressionar com o trapézio, o único triplo em atividade no Brasil, um número de tirar o fôlego que desafia os limites da gravidade e da sincronia. Tudo isso embalado por banda ao vivo, transformando a apresentação em uma verdadeira experiência sensorial — um espetáculo que se ouve, se vê e se sente. A infraestrutura do Kroner é outro show à parte. A lona exclusiva, única no Brasil, foi projetada para oferecer boa visibilidade, além de ar condicionado, banheiros de alto padrão e um ambiente acolhedor e seguro para toda a família. Um espaço pensado para quem deseja viver a experiência do circo com conforto e emoção. Mais do que um espetáculo, o Kroner é um convite à imaginação. “O circo é o lugar onde o impossível acontece diante dos olhos do público. Essa temporada é um reencontro com a alegria, com o encantamento e com a emoção do espetáculo ao vivo”, destaca Evelyn Kroner, diretora da companhia. Programação de estreia e sessões do circo kroner: Sexta (14): 20h (estreia) Sábado (15): 16h, 18h30 e 20h30 Domingo (16): 16h e 18h30 De terça a sexta: sempre às 20h Os ingressos já estão disponíveis, a partir de R$ 30, com vendas no site oficial www.circokroner.com.br. Mais informações no instagram oficial: @circokroneroficial. Prepare-se para uma experiência única e inesquecível. Prepare-se para viver sua própria experiência Kroner.
- Meia Maratona de João Pessoa acontece neste domingo (16)
Corrida conta com cerca de 10 mil inscritos e os kits podem ser retirados a partir desta quinta-feira (13) A capital paraibana recebe neste domingo (16) a sexta edição da Meia Maratona de João Pessoa, com largada no Largo da Gameleira, um dos pontos turísticos mais importantes da cidade. Consolidada como uma das corridas de rua mais importantes do país, a competição reúne cerca de 10 mil inscritos, sendo, em média, 7.500 pessoas de fora da capital. O trajeto da prova passa pelas orlas das praias de Tambaú, Manaíra, Bessa e Intermares e, por ter um percurso 100% plano, a prova leva o título de meia maratona mais rápida do Brasil. O evento terá três modalidades de competição: 5 km, 10 km e 21 km. Além disso, a ExpoRUN, tradicional evento que antecede a corrida, reunirá estandes dos patrocinadores e lojas do segmento esportivo no Largo da Gameleira (Av. João Maurício, 707 - Manaíra). Neste mesmo local, ocorrerá a entrega dos kits nos dias 13/11, 14/11 e 15/11. Para retirar o kit, os participantes devem apresentar o comprovante de inscrição e um documento oficial com foto. O agendamento da retirada é feito no ato da inscrição e os corredores podem verificar o horário no comprovante. A largada da corrida, no domingo, também acontece no Largo da Gameleira, a partir das 5h (21 km e 10 km) e 5h20 (5 km). A organização orienta que os participantes cheguem com pelo menos 30 minutos de antecedência da primeira largada (4h30) para alongamento e aquecimento. O evento promove também o Projeto KM Musical, que leva atrações culturais gratuitas para os corredores e para o público. Durante a prova, no dia 16, se apresentam o Drink Folia (5h30) e Ramon Schnayder (7h00) no palco principal no Largo da Gameleira, além da Orquestra de Frevo (5h30) e Kaka Brasil (7h00), no palco montado no percurso da prova. “A Meia Maratona de João Pessoa já faz parte do calendário esportivo da cidade, recebendo muitos competidores de diversos estados, o que movimenta positivamente toda a cadeia turística, impulsionando a economia, além de proporcionar uma experiência inesquecível para todos os envolvidos,” afirma Olié Martins, organizador do evento. A Meia Maratona de João Pessoa é uma realização da RUN e conta com patrocínio da Tely, Alliance, São Braz e Colégio Lourdinas. Meia Maratona de João Pessoa 2025 Data: Domingo - 16 de novembro Horário: 4h30 (alongamento e aquecimento) | 5h (21 km e 10 km) | 5h20 (5 km); Local da largada: Largo da Gameleira Mais informações: www.instagram.com/meiamaratonadejoaopessoa
- Semob-JP implanta novo binário para facilitar o acesso entre o Altiplano e a UFPB
Ruas Severino Ennes Atayde e Arthur Enedino dos Anjos passarão a operar em sentido único; obra integra melhorias de mobilidade na região A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP) implantará, nesta quinta-feira (13), às 6h, um novo binário no bairro Altiplano, em razão da conclusão das obras da ponte que ligará o bairro ao acesso viário do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), no campus da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). A intervenção tem como objetivo melhorar a fluidez no trânsito e facilitar o deslocamento entre a Avenida João Cirilo da Silva e a nova ponte do Altiplano. O binário será formado pelas ruas Severino Ennes Atayde (sentido Altiplano-UFPB) e Arthur Enedino dos Anjos (sentido UFPB-Altiplano), que passarão a operar em sentido único de circulação. Estas vias foram asfaltadas, substituindo trechos antigos de paralelepípedo. O superintendente de Mobilidade Urbana de João Pessoa, Marcilio do HBE, destacou a importância da ação. “A implantação do binário integra um conjunto de melhorias de mobilidade que estão sendo executadas na região, ampliando a integração viária e proporcionando deslocamentos mais rápidos e seguros para a população”, afirmou. “Para garantir uma transição segura, a Semob-JP instalou toda a sinalização horizontal e vertical necessária, além de mobilizar agentes de mobilidade que permanecerão por 10 dias no local, orientando os condutores e realizando um trabalho educativo sobre as novas regras de circulação”, explicou Sanderson Cesário, diretor de Operações da Semob-JP. Ponte que liga o Altiplano ao HU A nova ponte que liga o Altiplano ao HU/UFPB vai facilitar o deslocamento entre os bairros Bancários, Cidade Universitária e Altiplano, evitando o tráfego intenso do Castelo Branco e da Avenida Beira Rio. A via deve reduzir significativamente o tempo de viagem e melhorar a fluidez, oferecendo mais segurança e conforto para quem circula pela região sul de João Pessoa. A obra faz parte do programa ‘Vias do Atlântico’, realizada pelo Governo do Estado, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB).
- Circo Kroner estreia nesta sexta (14) com superespetáculo no estacionamento do Carrefour Bessa
Trupe com 70 artistas apresenta acrobacias aéreas, Globo da Morte e trapézio triplo único do Brasil; ingressos a partir de R$ 30 A contagem regressiva chegou ao fim. Nesta sexta-feira, dia 14 de novembro, o Internacional Circo Kroner estreia sua nova temporada com um espetáculo grandioso e cheio de emoção, no estacionamento do Carrefour Bessa, a partir das 20h. Com 35 anos de trajetória e origem alemã, o Kroner é reconhecido pela excelência e pelo compromisso em reinventar o circo sem perder sua essência tradicional. Sua estrutura grandiosa e moderna percorre diversos países da América do Sul, atraindo multidões e encantando gerações com o melhor do entretenimento familiar. O espetáculo reúne cerca de 70 artistas brasileiros com carreira internacional, em números que desafiam a gravidade e celebram a criatividade humana. Entre as atrações estão acrobacias aéreas, malabares coreografados, o impressionante número de força capilar, mágicas de tirar o fôlego e o lendário Globo da Morte. A trupe de báscula, que combina acrobacias e pernas de pau, é uma das surpresas da temporada. O público também poderá se impressionar com o trapézio, o único triplo em atividade no Brasil, um número de tirar o fôlego que desafia os limites da gravidade e da sincronia. Tudo isso embalado por banda ao vivo, transformando a apresentação em uma verdadeira experiência sensorial — um espetáculo que se ouve, se vê e se sente. A infraestrutura do Kroner é outro show à parte. A lona exclusiva, única no Brasil, foi projetada para oferecer boa visibilidade, além de ar condicionado, banheiros de alto padrão e um ambiente acolhedor e seguro para toda a família. Um espaço pensado para quem deseja viver a experiência do circo com conforto e emoção. Mais do que um espetáculo, o Kroner é um convite à imaginação. “O circo é o lugar onde o impossível acontece diante dos olhos do público. Essa temporada é um reencontro com a alegria, com o encantamento e com a emoção do espetáculo ao vivo”, destaca Evelyn Kroner, diretora da companhia. Programação de estreia e sessões do circo Kroner: Sexta (14): 20h (estreia) Sábado (15): 16h, 18h30 e 20h30 Domingo (16): 16h e 18h30 De terça a sexta: sempre às 20h Os ingressos já estão disponíveis, a partir de R$ 30, com vendas no site oficial www.circokroner.com.br. Mais informações no instagram oficial: @circokroneroficial. Prepare-se para uma experiência única e inesquecível. Prepare-se para viver sua própria experiência Kroner.
- Mostra Una traz espetáculos de dança para o palco do Santa Roza neste sábado e domingo
Evento gratuito neste fim de semana reúne oito solos de dança com temas como saúde mental, ancestralidade e migração A Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) abre neste sábado (15), no Theatro Santa Roza, a Mostra Una – Solos em Processos Criativos. A ação é gratuita e vai até o domingo (16). O evento tem início às 18h do sábado, com apresentação do artista Rafael Sabino, que apresenta o espetáculo ‘Dançando na Escuridão’. Em seguida, Jéssica Lana traz para o público seu espetáculo ‘Não tenho nada para mostrar hoje', com classificação indicativa de 10 anos. Érick Breno entra em cena logo após, com ‘Soando Bem aos Ouvidos’. Fecha a primeira noite de Mostra a dançarina Joyce Barbosa, com seu solo ‘Nome-Do-Pai’. No domingo, quem abre a noite é Jack Keysy, com ‘Maria Fumaça’. Depois, a artista Elis Xavier apresenta ‘Ainda é Cedo’, seguida de Jaguar, com o solo ‘Corpo Sonoro’. A última apresentação do domingo é de Valéria Vicente, que performará o espetáculo ‘Na esteira’. Ao fim das apresentações, durante os dois dias de programação, o público poderá participar de uma roda de conversa com a presença dos artistas, que foram selecionados através de edital. A classificação indicativa é de 16 anos. Sinopses: Dançando na Escuridão (Rafael Sabino) - Solo de dança contemporânea que investiga artisticamente a experiência subjetiva da depressão. A proposta vai além de representar a tristeza; busca corporificar a complexidade do transtorno: o peso físico, a letargia, a ansiedade, a dissociação, os ciclos de apatia e dor aguda, e os raros lampejos de espera ou alívio. O título, uma referência ao filme de Lars von Trier, sugere a paradoxal ideia de encontrar um movimento, uma pulsão de vida, mesmo dentro do vazio mais profundo. O objetivo é criar um retrato íntimo, cru e não romantizado da doença, transformando a angústia em matéria prima coreográfica para gerar identificação, reflexão e reduzir o estigma em torno da saúde mental. Não tenho Nada pra Mostrar Hoje (Jéssica Lana) - Uma (não)performance que tenta persistir na inexistência, na desconexão. Nessa busca pela materialidade da experimentação, como sair da imobilidade para dançar? Não sei, não tenho, não; Quem sabe, afundar cada vez mais e mais, até afogar na inércia e vazio. Esta é uma performance que não existe. Se você quiser assistir alguma coisa não precisa nem ver, mas se estiver sem nada para fazer, então talvez aqui seja um bom lugar. Afinal não temos nada mesmo. Não é exagero, não há nada por aqui. Soando Bem aos Ouvidos (Érick Breno) - Explora a relação entre a migração forçada e a realidade do artista que vive da cena. Inspirado nos conflitos no Oriente Médio e na situação das crianças em Gaza, o artista Erik Breno busca questionar a humanidade e a indiferença diante dos gritos de socorro. A obra é resultado de um processo de pesquisa que inclui experimentos migratórios, oficinas de dança e colaborações artísticas, visando criar uma experiência sensorial e reflexiva sobre a liberdade e a sobrevivência em contextos de opressão. Maria Fumaça (Joyce Barbosa) - Trabalho coreográfico que investiga a linha do tempo territorial do bairro Estação Velha, em Campina Grande, a partir da ascensão econômica da cidade impulsionada pela exportação do algodão e de sua posterior decadência. A obra atravessa a memória das pessoas que habitaram as redondezas do expresso ferroviário, evidenciando o processo de abandono e o aumento da criminalidade em um bairro que, em outras épocas, foi espaço de encontros e de relevante importância para o crescimento da cidade. A narrativa é construída a partir de duas versões de O Trenzinho do Caipira, conectando memória, história e experiência. Elementos técnicos das Danças Urbanas, como Breaking, House Dance e Waacking, são incorporados, estabelecendo um diálogo entre tradição sonora e a expressão corporal contemporânea. Ainda é Cedo (Elis Xavier) - O solo nasce de uma necessidade de elaborar artisticamente vivências atravessadas pela saúde mental. Nesse caminho, a automutilação aparece como memória forte do corpo da atriz, que se interessa por investigar como expressar a densidade dessas experiências quanto a abertura para o respiro e o afeto. As principais referências que orientam esse percurso são as experiências de memória corporal em estados-limite, como a falta de ar, o torpor, a repetição e o esvaziamento, além de práticas de improvisação e composição coreográfica. Corpo Sonoro (Jaguar) - Investiga o movimento a partir da escuta das frequências sonoras que atravessam o corpo. Parte da compreensão de que toda vibração — som, silêncio ou respiração — reverbera como um campo sensível e em constante transformação. A pesquisa aprofunda-se na forma como essas frequências despertam ativações energéticas, instaurando estados corporais e sensoriais que mobilizam o gesto e geram presenças. O vocabulário coreográfico emerge de microvibrações, pausas e pulsação, privilegiando a escuta e a relação íntima entre corpo, som e paisagem interior. Visualmente, o solo adota simplicidade radical: espaço limpo, luz baixa e elementos naturais (pedras, folhas, água) que se tornam extensões do corpo. A sonoridade — gravações do sertão, ruídos cotidianos, vozes e frequências graves e agudas — atua como força dramatúrgica, criando uma dança que não se impõe, mas ressoa. Na Esteira (Valéria Vicente) - O espaço largo entre os seios da artista afirma a descendência indígena silenciada e ocultada pela família ao longo do século XX. Mas o que fazer com essa compreensão, diante de tantas contradições de viver no Brasil do século XXI? A esteira de pipiri é anteparo e portal para acessar a terra e conversar com ela. Neste sentido, Valéria se propõe investigar como ativar uma ancestralidade e ser movida por ela. Articula uma abordagem nomeada Frequências Somáticas para acessar esse saber que acredito estar no corpo e por ele ser movida. Mostra Una - Solos de Dança em Processos Criativos Data: Sábado (15) e domingo (16) Horário: A partir das 18h Local: Theatro Santa Roza Entrada gratuita
- Projeto ‘Viva o Centro com Música’ inicia nova temporada nesta quinta-feira
Apresentações gratuitas nas quartas, quintas e sextas-feiras no Centro Cultural São Francisco e Academia Paraibana de Letras A Prefeitura de João Pessoa, por meio das secretarias de Turismo (Setur) e de Ciência e Tecnologia (Secitec) e em parceria com a Agência de Inovação Tecnológica (Inovatec-JP), celebra mais uma edição do projeto ‘Viva o Centro com Música’, retornando as apresentações no Centro Histórico da Capital a partir desta quinta-feira (13). A programação, totalmente gratuita, começa às 17h30, no Centro Cultural São Francisco (CCSF). Nesta nova temporada, as apresentações vão acontecer nas quartas, quintas e sextas-feiras, no CCFS e também na Academia Paraibana de Letras (APL). O público poderá acompanhar a programação por meio das redes sociais do projeto - @vivaocentrocommusica. Nesta edição, o público poderá desfrutar de duas apresentações especiais: o grupo Curta Ópera, que leva ao palco trechos consagrados do repertório lírico em formato acessível e encantador, e o Rubacão Jazz, que apresenta arranjos vibrantes e autorais, unindo o jazz a ritmos regionais nordestinos. Para o secretário de Ciência e Tecnologia, Guido Lemos, o ‘Viva o Centro com Música’ reafirma o compromisso da gestão municipal em promover a integração entre inovação, cultura e cidadania. “Queremos que o Centro seja cada vez mais um território vivo, onde a população possa vivenciar experiências culturais e tecnológicas em harmonia com o patrimônio histórico da cidade”, destacou. A coordenadora do projeto, Jamile Paiva, comentou que a iniciativa tem como propósito reocupar os espaços históricos do Centro com arte e música, estimulando a circulação de pessoas e o reconhecimento do valor simbólico e cultural dessa região. Os grupos que se apresentam no projeto ‘Viva o Centro’ são compostos por estudantes do Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Curta Ópera PB – É um grupo de canto lírico paraibano que surgiu em 2024, após apresentações no ‘Viva o Centro com Música’. Este é formado pelos cantores Izadora França, Leonardo Domingos, Klaiton D´Araújo e Eduardo Cunha Lima e dois pianistas selecionados a cada temporada. O grupo é conduzido pelo professor e maestro Carlos Anísio. As apresentações da ópera acontecem sempre na nave central do CCSF, com repertório composto por música de câmera. Nesta quinta-feira (13), em especial, se apresentam o pianista Daniel Seixas e os cantores sopranistas Kleiton D'Araújo e Izadora França, além do tenor Leonardo Domingos. No repertório, árias famosas do compositor italiano Giacomo Puccini (1858-1924) e óperas brasileiras, acompanhadas de canto e piano e a tradicional Ave Maria do vienense Franz Peter Schubert. Rubacão Jazz – O maestro da Big Band, Alexandre Magno, comentou que fará a abertura desta temporada seguindo a sua tradição de interpretar clássicos do Jazz, como aquelas composta pelo trombonista, compositor e maestro Gleen (jazz da Costa Leste). É um Jazz mais recente, tendo como foco os solistas trombonistas, a música paraibana do maestro Vilor e a música brasileira escrita pelo trombonista americano John Fedchock. Para o encerramento, clássicos do frevo. A Rubacão Jazz tem formato ‘combo’ e é um termo que nos remete a uma combinação básica de instrumentos para a execução de temas de jazz: bateria, contrabaixo e piano ou algum outro instrumento harmônico. A partir desta sólida formação em trio, outros instrumentos podem integrar o combo a fim de executar tanto melodias clássicas quanto regionais, fazendo uso de improvisos e variações, características típicas da linguagem do jazz. Projeto – O ‘Viva o Centro com Música’ é também parceiro do projeto ‘Viva o Centro a Pé’, um programa da Prefeitura e do Centro Cultural São Francisco, que tem o objetivo de visitar, junto com os guias do Centro Cultural, os lugares históricos de João Pessoa, a exemplo do próprio CCSF, Igreja do Carmo, Igreja da Misericórdia, Hotel Globo, Catedral Basília de Nossa Senhora das Neves, Mosteiro de São Bento e ruas e avenidas do Centro antigo. O programa inclui também projetos como a requalificação do calçamento e iluminação, a restauração de edifícios históricos e a realização de eventos culturais, como shows e feiras. Serviço Evento: Viva o Centro com Música – Viva o Centro a Pé Estreia da temporada: Quinta-feira (13) ; Hora: 17h30; Local: Centro Cultural de São Francisco – Centro Histórico; Entrada: Gratuita; Atrações: Curta Ópera e Rubacão Jazz.
- Dona Inês recebe a Rota Cultural Raízes do Brejo com gastronomia, música e vivências ao ar livre
Com formações rochosas singulares e uma culinária marcada pelo uso do umbu, Dona Inês estruturou uma agenda que valoriza o território e seus saberes. Com a já tradicional ‘Noite de Queijos e Vinhos’, no Mirante da Serra, a cidade de Dona Inês é a 4ª cidade da Rota Cultural Raízes do Brejo a partir da próxima quinta-feira(13) até domingo(16). O espaço, ponto alto da paisagem local, oferece clima ameno da Serra do Curimataú, serviço de adega, gastronomia regional e observação de estrelas com telescópio. A expectativa é reunir entre 12 e 15 mil visitantes durante os quatro dias de programação, que integra gastronomia, cultura popular, turismo de aventura e experiências comunitárias. “A proposta é que o visitante experimente Dona Inês a partir de suas pessoas, de sua história e de seus produtos. Turismo se faz com identidade, e o Raízes do Brejo reforça isso mais uma vez”, afirma Josenildo Fernandes, presidente do Fórum de Turismo do Brejo e secretário de Cultura e Turismo do município. Programação Para o final de semana, os visitantes que deixarem para subir a serra na sexta-feira (14), a programação começa às 14h com uma vivência de torra artesanal de café produzido na região, em uma fazenda local. Os participantes poderão degustar o café, preparar beiju e pé de moleque no terreiro e conhecer práticas tradicionais desse modo de vida. Às 17h, será inaugurado o primeiro banco comunitário municipal da Paraíba, parte do plano de economia solidária desenvolvido em parceria com a UFPB e a UFCG. Na ocasião, também será apresentada a moeda social "Inês", que deverá integrar políticas de fortalecimento econômico no município. À noite, a partir das 19h está marcada a abertura oficial da Rota, com participação dos dez municípios integrantes, apresentações culturais, shows de Laís Santos e Wagner Viana, além do lançamento da Rota do Canto, roteiro de observação de pássaros desenvolvido com o Sebrae e conduzido pela agente de roteiros Alessandra Lontra. O sábado (15) será dedicado às atividades de natureza e cultura: trilha e rapel, almoço em restaurantes rurais, vivência no Quilombo Cruz da Menina, visita ao ateliê do artista Sérgio Teófilo, que produzirá uma peça ao vivo para o público, e um pôr do sol no quilombo acompanhado de café quilombola, banda de pífano e culinária à base de beiju, tapioca e pé de moleque. À noite, a Igreja Matriz recebe concerto da Orquestra do Sesc e apresentação do Coral de Libras do IFPB, encerrando o dia com shows de Lindo Silva, Flay e Doninho Oliveira. No domingo (16), o público visita o Instituto Curimataú, organização que desenvolve ações de reflorestamento na Caatinga e nas matas ciliares do território. A programação encerra com almoço em restaurantes rurais e, às 16h, corrida e pagode na praça central. A etapa de Dona Inês reforça a diversidade do Brejo Paraibano e consolida a Rota Cultural Raízes do Brejo como um dos principais eventos de integração turística e cultural do estado. A Rota Cultural Raízes do Brejo, iniciativa do Fórum Regional de Turismo Sustentável do Brejo Paraibano (FRTSB-PB), em parceria com o Governo da Paraíba e os municípios participantes, a exemplo da Prefeitura de Dona Inês, além do Banco do Nordeste (BNB) e Sebrae, e apoio do Senar, Fecomércio, IFPB e UFPB.














